Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Momento futilidade pública: Eu e Piggo

Todo mundo tem seus dois segundos de miguxice e/ou futilidade, não é mesmo? Então lá vou eu...

Piggo é meu porquinho de pelúcia.

PAREDE diz: MMUAUAHUAHAUHAAHUHAHUAHUUHA! Ninguém merece!!!

Pois saibam, paredes insossas, que Piggo é um achado. Desde que o adquiri nunca vi em lugar nenhum qualquer porquinho de pelúcia tão peculiar quanto ele - na verdade, nunca vi um porco de pelúcia além dele. Agradeço meu amigo Jones pelo nome. Na verdade não foi ele que deu o nome, mas ele surgiu em uma conversa que eu estava tendo com Jones, que coleciona sapos de pelúcia... WoooOW!


O fato é que, também, além de ser fofo, Piggo cabe na minha mão! Bem pequenininho.
Vamos às fotos...:

Essa acima é antiga e tremida.
Essas acima são mais recentes. ;-D


Urso é o caralho! O lance é ter porco de pelúcia _O/
E eu nem sou palmeirense nem nada... hehe



Vapnet
"Toméegränd"

Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

"Um xôl de emepebê"

Olá, estimadas paredes. Quanto tempo não venho perder meu tempo dar o ar da graça por aqui. Pois é, mas é que dessa vez aconteceu algo interessante. Fui ontem ao show da Vélia, ops, Zélia Duncan. Foi bem em cima da hora, quase não deu tempo, afinal algumas amigas minhas – as quais nem citarei – desmarcaram de última hora. Mas não teve crise, pois consegui a companhia da Nanda – valeu Nandaaah_o/ - e consegui ver o bendito do show lá.
Ainda tive a sorte de encontrar a Carol Brito – graaaande Carol – que eu também não via há um bom tempo. E, felizmente, vi poucas pessoas desagradáveis na multidão. Só encontrei um velho conhecido das minhas épocas de catolicismo – argh! – fazendo coisa feia. Tipo... naqueles tempos antigos, assaz antigos, o ser vivo era seminarista, mas vi ele passando com a ‘tchurma’ (bem Boça essa história de ‘tchurma’, mas enfim) dele, falando palavrão o.O Foi um “mas é FODA né meu!” bem alto, deu pra ver bem que ele tinha mudado bastante. Beeeeeem bastante. Duvido que tenha tornado-se padre mesmo.
O legal mesmo foi um povo do “Free Hugs – Abraços Grátis” que estava zanzando entre a platéia do show. Ah, legal! Lá fui eu... estava andando com mãos dadas à Nanda, para que um não se perdesse do outro, quando vi uma menina com um cartaz escrito “me dê um abraço”. Maravilha... lá fui eu abraçá-la. Tipo... ela se esquivou dando chilique, deu um gritinho como se quisesse dizer “sai daquiiiii”, e acabei sem abraçá-la. PEDE PRA SAIR!!!! Fico pensando “será que eu amedrontei ela, e ficou parecendo que eu era um urso dando o bote?” HIUAHIUOHIUAHIUO. Outra coisa que pensei foi “pode ser Free Hugs, mas não se esqueça... ainda assim é uma campo-grandense”. Só sei que não a abracei.
Qual não foi derrota assim grande, pois quando nós estávamos de saída, demos de cara com um grupo de Free Hugs, formado por três caras. HUAAAAAAAAAAAAAAAHUHAHAUAHUA!!! “Um abraço... um abraço, sem compromisso”. Sei só que, no final, a Nanda os abraçou e, um deles disse assim “Dá um abraço aê, velho... numa boa”... Situação hilária! Acabei abraçando os três também.
Só deu errado que acabei voltando pra casa bem cedo, e nem bebi tudo que eu gostaria de ter bebido. Na verdade, não bebi uma gota de álcool, água, refrigerante, soda cáustica, nada... Mesmo assim, foi uma noite assaz produtiva.
O show foi encerrado com a música “Alma”. A música é bem legal, mas não é a minha preferida. Na verdade, nem gosto tanto da Zélia assim, mas o importante é a COOLtura. (trocadalho?) E essa é a música que, não estou ouvindo agora... mas ouvi, é o que interessa.

Zélia Duncan
“Alma”

Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

Abril no Brasil (nome de postagem não tem sido meu forte)

Pois é, olha eu aqui de novo. Novamente depois de muito tempo – desde fevereiro não posto nada o_O
Na verdade, eu achava que ia voltar a postar como antigamente, mas não rolou. O que aconteceu também foi que muitas vezes eu ate pensei em postar alguns temas aqui, mas acabava largando mão da postagem por motivos na maioria das vezes irrelevantes, como preguiça por exemplo. (HUAHAHAUHAUHAUA)
Mas, pensando bem, essa história de postar e ninguém vir comentar também é bastante desanimadora – mentira, Jhoyce vem sempre que tenho nova postagem, valeu nega ;)
Mas como posso reclamar se não sou visitado se, afinal, não divulgo meu blog? Pois é... livro muitas pessoas de minhas idéias inovadoras sensacionais maravilhosas colossais e revolucionárias idiotas e ridículas. Só que também creio que descobri que mais vale um portfolio na mão que dois blogs voando – meu Deus, preciso fazer meu portfolio!!!
Pois bem.... novidades na minha cabeça de minhoca! Vou tomar as rédeas da situação – começa segunda-feira... hehe. Na verdade, já começou, só que com iniciativa do outro lado. Se você, estimadíssima parede, assistiu à peça “Divas no Divã” deve lembrar-se daquela passagem que diz que “apenas um ‘oi’ pode mudar o rumo de sua vida”. É verdade! Assim será!
Cheguei a outras duas conclusões sobre minha pessoa: A primeira é a de que não adianta mais ficar almejando certas reações de pessoas que, por algum motivo, possam aparentar alguma admiração para mim, mas que provavelmente não a apresentam realmente. É difícil, mas nessas horas vou começar a ouvir meu coração cada vez menos.
A segunda conclusão foi intrigante a mim mesmo, e entra em contraponto a essa primeira: preciso confiar mais em minha intuição! Siiim! Os assuntos que não envolvam pessoas, coração e etc. são um caso a parte, mas em todos os outros minha intuição dificilmente falhou. E o pior: só percebi isso quando já era demasiadamente tarde. Muitas vezes meu coração me disse “vai embora que não adianta ficar aqui”, mas eu insisti em ficar, e fiquei até perceber que realmente meu coração estava certo. Ou seja: vou ter que ouvir mais meu coração – ué, mas eu não acabei de falar o contrário?

PAREDE diz: É! Tu não acabou de falar o contrário?

Pois sim, mas são departamentos diferentes.

Novidades nerdificantes
Meu povo, vejam só! Cada dia que passa estou gostando mais do Facebook. Estou me viciando em todas aquelas bugigangazinhas. É realmente um site muuuuuuuuuito legal. E tem mais, o Orkut tem copiado as ferramentas do Facebook descaradamente! Depois as pessoas vão dizer que foi o contrário: o Facebook que copiou o Orkut. Ráá! Bando de iludidos! E tem mais: o Facebook está sendo traduzindo para o português – desculpem o gerundismo, mas ele ‘está sendo’ mesmo. Algumas partes já estão disponíveis em português outras não. Ou seja, Orkut tremei!!
Mudando – pouco – de assunto: LastFM!!!!!!!!!
Fiz cadastro nesse site alguns dias atrás. Não sabia que era tão legal! Aêêêê! Façam! Façam todos!! Vamos dividir com Deus e o mundo as músicas que ouvimos, ôe!

Notinhas de rodapé
:: Estou desenhando sketchezinhas sobre cotidiano. Alguém quer?

:: Acho que vou dar uma mudada no layout disso aqui. Mas não muito.

:: Parabéns ao mal, que sempre se dá bem! Vocês que me aguardem, viu! Odín me defende, e Thor me dá a força e a ira. Tremei, gentama!!! AUHQAUSHUAHSUS

:: Tô vendendo panos de prato, quer? (mentira! Não tô não ¬¬’ )

Håkan Hellström
“Gårdakvarnar Och Skit”



Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Mulheres árabes...

Todos sabem que as mulheres árabes são contidas, nunca lascivas, vivem cobertas por véus e nunca jamais podem ter uma conduta sedutora com os homens, pois isso não é aceitável entre os árabes... a prova disso vem nesse comercial da Pepsi protagonizado pela cantora libanesa Haifa Wehbe (HaiffFFfFFffFffaaaAaAAAaAAAAAaaaAaAaaAaaaAaaaaa.... eu te amoooOoOOoOOOoo).



Ah, já entendi.... Você prefere Coca-Cola. Sendo assim, a Nancy Ajram te mostra como uma mulher árabe deve ser fechada... (Eu ainda prefiro a Haifa)



Portanto:
1.
Não pense que todo árabe é terrorista.
2. Não acredite na novela "O Clone" (credo!).

Ahmed Barada
"Nasene"

Segunda-feira, 11 de Fevereiro de 2008

Ó! O que fazer?

Alguns fantasmas da minha vida estão prestes a ressuscitar e eu só posso ficar acompanhando o espetáculo dos horrores pelo lado de fora, o que pode me fazer sofrer mais do que se eu participar do show de horrores também. Ou não? Ó confusão cruel, de pessoas infantis que eu não sei se cresceram...
Vontade imensa de me retirar de Campo Grande, e só voltar quando tiver comprado a cidade inteira para destruir e construir um estacionamento no lugar.... mmuuuuahuahaauhaau (risada diabólica)

E alguém aí quer dividir comigo a frase:
"Huahuahua! Ele acha que sabe escrever islandês"?

Haifa Wehbe
"Ragab"

Domingo, 10 de Fevereiro de 2008

Fevereirão!!!

Olha só... faz mais de um mês que escrevi aqui. E olha que eu pensei que ia voltar a dar as caras. Talvez agora. Olha que cara de retardado...:

Estão livres para imprimir a foto, mandar para os amigos, zoar com a minha cara, fazer vodu, macumbalelê, dispacho e qualquer outra coisa do tipo, ó paredes malévolas.

Tony Mouzayek
"Law Sa3aluni"

Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008

Divorta

Depois de um longo e tenebroso verão – eu gosto do inverno – ó eu aqui de novo postando nesse blog. Na verdade, depois de muito brincar com essa história de escrever para as paredes, eu finalmente cansei. Cansei de dedicar meu tempo a esse blog, por isso me afastei. Mas não pretendo deletá-lo, pelo menos não agora. Muitas coisas aconteceram, até sabotagens, mas nada que realmente mereça ser contado por aqui. Também não pretendo choramingar a desonestidade alheia. Enfim, é mais um ano que se encerra, neste ciclo de quedas. Estes estão sendo os três anos mais longos de toda a minha vida.
Mas, que seja. Ninguém lê isso aqui mesmo. Antes eu discordava de quem chamava blog de diário virtual, mas veja só, foi justamente nisso que meu blog se transformou. Posso escrever qualquer coisa aqui, até segredo. Posso confessar um crime, ninguém vai ler. Tô até pensando em pôr fotos minhas pelado aqui, ninguém vai ver mesmo. O título dessa postagem vai ser: “Eca!”
Sendo assim, câmbio e desligo, paredes ingratas que jamais comentam.

Nancy Ajram
“El Dounia Helwa”

Segunda-feira, 24 de Setembro de 2007

Em clima de Pipoca de Ouro

Foto em clima de Pipoca de Ouro (o prêmio para curta-metragens de minha faculdade).
...E tipo...: IÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ
Jatooooo de laseeeerrrr!!!!

Amr Diab
"Kan Tayeb"

Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

Mais uma vez, expondo a vida em rede mundial =D

Essas fotos de hoje já nem são tão novas assim. São do dia em que fui ao Shopping assistir aos Simpsons no cinema, com minha amiga Dili. Máquina fotográfica dela, daquele jeito... só agora recebi as fotos...Eu e Dili na Playland, o fliperama mais ladrão-roubalheiro do universo!!!!
Essas fotos foram tiradas, provavelmente, depois de eu perder R$ 3,00 em 15 segundos em um joguinho mequetrefe ladroeiro da Playland. A Dili sabe do que eu estou falando... rsrsrs.
Quem mora em Campo Grande sabe que o Shopping Campo Grande fica grudado com uma loja do Carrefour. E lá fomos nós, eu e Dili, causar pelos corredores do supermercado. Essa foto acima mesmo é na parte de vinhos (oh, não diga!!!). Eu é que não me atrevo a chamar isso de adega.Veja só qual a minha opinião sobre o "Busca Preço" do Carrefour...
Vinho de R$ 70,00 é? Não diga!!! Olha a minha cara de preocupação!
Aí o circuito interno de rádio do supermercado começou a tocar uma música do Mr. Big e a Dili teve a brilhante idéia de tirarmos uma foto dançando a bendita da música. Ô, beleza! E esse fundo "bebidístico", hein! Aiai! É pra pocá as roda do fusquinha!! =P

The Strokes
“Someday”

Quinta-feira, 23 de Agosto de 2007

Um churro! Um churro! Meu reino por um churro!

Estava eu ontem, subindo a Afonso Pena, rumo a um compromisso, quando passo por um tio que vendia churros. Não parei, pois estava correndo contra o tempo e tinha menos de dez minutos para chegar até meu destino. Mas, no caminho eu já planejava comprar um churrinhos daquele na volta! O que era aquilo? Aquele cheiro punha água na boca de qualquer pessoa!
O que acontece é que saí meio tarde, já eram lá pelas 17h30, por aí. Desci a avenida até o centro, olhando minuciosamente, mas cadê o tio dos churros? Simplesmente, desapareceu! Mas, era a ossa da ossada eu ir pra casa ontem sem deliciar esse tão atrativo quitute da culinária das ruas. Procurei por várias esquinas, até que finalmente encontrei um outro tio que vendia churros. Pensei:
“Opa! Ganhei o dia!”.
Muito estranho. O senhorzinho estava meio nem aí pra paçoca (muito menos para os churros). Olhei dentro do carrinho e vi que lá dentro só tinham três ou quatro churros. A essa altura do campeonato, eram 18h. Isto é, o nobre senhor já havia vendido tudo durante o dia todo, e aquilo eram as sobras. Mas sabe quando que eu cheguei a essa conclusão? Só depois que eu já tinha comprado o bendito do churro. Ma va! EU PEGUEI A XEPA DOS CHURROS!!!! Que “réiva”! O churro estava frio, o recheio estava frio. Fiquei tão decepcionado que cheguei a sentir um leve gosto de ranço na boca.
Fui fisgado por uma propaganda (a do cheiro maravilhoso), mas não comprei do mesmo “anunciante”, ou seja, era um risco a se tomar...
Nunca mais na minha vida vou comer churro às seis da tarde.

Coldplay
“Beautiful World”

Terça-feira, 21 de Agosto de 2007

Vi os Simpsons!

Programa de segunda-feira: Fui ao cinema. É mais barato na segunda, e melhor também. O cinema é quase um deserto, pouquíssimas pessoas vão, é uma maravilha! Assisti ao filme dos Simpsons. Eu, a principio, não estava interessado em ver, pois só tinha versão dublada (aliás, todos são dublados, pois é um desenho, mais eu me refiro à re-dublagem para português). Mesmo assim, não me decepcionei nada! O filme é um máximo! Eu recomendo!!!! Tudo que já havia lido sobre o filme não é exagero.
E viva a conta bancária do Matt Groening... hehehe

Juanes
“La Camisa Negra”

Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007

Amigos em comum

Aiai. Esse recurso do Orkut de ver os “amigos em comum” é medonho, não? Você vai ao perfil de uma outra pessoa qualquer (aquele serzinho insuportável que você infelizmente conhece ou aquele seu futuro amigo em potencial) e vê aquelas fotos lá e já vai pensando: “Aaaaaaah! Quem diria!”. É o cúmulo do cyber-voyeurismo! Vocês, amadíssimas paredes, já devem estar cansadas de me ver falando mal do voyeurismo nesse blog, mas eu falo mal mesmo, independentemente que eu seja voyeur às vezes. (Aliás, o Orkut não tem graça se você não é nem um pouquinho voyeur).
Na verdade, o Orkut não é nada mais do que um álbum de figurinhas. Tem figurinhas repetidas (aqueles seres que fazem quatro perfis e colocam a palavra “lotado” em três), tem figurinhas que você no fundo no fundo nem queria tanto ter. Ou seja, até aí é igualzinho a um álbum convencional. A diferença é que o Orkut tem figurinhas bichadas. Isso mesmo: bichadas!
Melhor não me alongar muito nisso, pois falar sobre Orkut, vamos combinar, é atraso de vida. Vi na Veja uma reportagem sobre um site de relacionamentos que está virando febre nos Estados Unidos, chamado Facebook (não, não é o Facebox, é o Facebook). Tá bombando mais que o Orkut por lá – já que este é meio secundário mesmo. Beleza. Fiz o meu cadastro sem problemas. Entrei no site. Ma... ma... o que é aquilo? Troço mais complicado de navegar. Larguei mão. Um dia (ou não) talvez eu volte lá e termine o cadastro e suba minha foto.
O importante é ter saúde.

El Combo Linga
“Tanguillos del Munipa”

Segunda-feira, 13 de Agosto de 2007

Mister M está de volta

“Príncipe negro da magia”. Assim o designam, com uma voz de Cid Moreira desnutrido no “Domingoooooooooo Legal”. Lá, ele é tratado apenas como Valentino. Enquanto isso, na Record, a loirinha Eliana, não contente em apenas fazer cover de “Vai Tomar no C...”, mostra o “Mágico Mascarado”. Hilariamente, os dois, pelo menos no domingo passado – ontem – iam ao ar simultaneamente. Mais hilariamente ainda, os dois são o mesmo mágico: O Mister M!!! Lembra? Lá pelas tantas de 1997/1998, com aquele quadro no “Fantástico”.
O legal mesmo é que hoje, quase dez anos depois, a Globo finge que ele não existe, enquanto a Rede Record mostra que nasceu para o 2º lugar, mostrando “As Novas Aventuras do Mister M”, como se fosse a coisa mais interessante do universo e além. Puááá! Hoje em dia essa parada de revelar segredos de mágicas já virou uma coisa banal. Até na embalagem da bolacha recheada do Pernalonga tem um selinho que ensina a fazer mágica. Lembro de, certa vez, ter visto uma que usa um ovo cru e um cozido: um para ser espatifado e outro para fingir que não houve nada.
O que esses programas de domingo estão fazendo hoje em dia é heróico! Um dia Gugu Liberato e a Eliana poderão ser conhecidos como os heróis da mediocridade, lutando bravamente contra o campeonato brasileiro que a Globo transmite domingo sim, domingo também. Enquanto isso, quem tem dinheiro, pode se livrar de toda essa baboseira assistindo a uma maratona de algum seriado americano na TV a cabo. Peraí... isso é uma solução ou um pesadelo?

Nana Mouskouri
“La Barca”

Quinta-feira, 2 de Agosto de 2007

O tempo passaaaa, o tempo voaaaa....

Alguém aí quer dividir comigo a frase: “Quando você quiser já vai ser tarde demais”?

Faustino Oramas
“Oye El Consejo”

Sexta-feira, 27 de Julho de 2007

Gostaram do meu Voki?

Ah, eu amei. Bem mais legal do que aquela minha versão de Simpsons que eu divulguei numa postagem anterior. Tô vendo tudo. Essa história de Voki vai virar moda, hein! Coqueluche! Além do mais, esse bonequinho do Voki que eu criei parece bem mais comigo do que a minha versão dos Simpsons. E ele fala! É só digitar o texto que ele fala! Tá certo que é com sotaque de Portugal. Tá legal também que é meio sem emoção. Mas, depois eu compro um microfone e gravo minha voz nele também, tá! Hehehehe!
Ah... e não esqueçam de ouvir tudo o que ele tem a dizer, e OBEDECÊ-LO!!!!

Fritjof & Familjen
“Lördag”

Quinta-feira, 26 de Julho de 2007

Até, hein?

Alguém aí quer dividir comigo a frase "até onde pode chegar a hipocrisia!"?

Madonna
"Die Another Day"

Sexta-feira, 20 de Julho de 2007

Indicado para maiores de 90 anos acompanhados dos pais

Essa história de classificação indicativa na televisão já está ficando engraçada. Desde que o Ministério das Comunicações começou a polemizar sobre os novos parâmetros de classificação, nós vemos uma mudança constante de mensagens, formatos, desenhinhos e as formas mais incômodas visualmente de se ver a idade indicada. A justificativa do Ministério é de que o antigo formato não era muito visível. Mas, que disparate! Eu conseguia ver muito bem aqueles dois numerozinhos no canto esquerdo do vídeo, e quem não conseguia ver, por favor, procurasse um oculista.
O papo é que agora existe um quadradinho padrão que deve ser usado por todas as emissoras (menos a MTV que já havia feito o dela), e embora eu tenha dito “quadradinho”, ele é bem maior que os numerozinhos que apareciam em 2005, por exemplo. As cores também são padronizadas: verde para livre (L), azul para 10 anos, amarelo para 12, laranja para 14, vermelho para 16 e preto para 18. Além do quadradinho, deve ser exibido um texto em letras garrafais dizendo “Esse programa não é recomendado para menores de XY anos”. Só não lê quem é analfabeto. Ah, e isso também é regra, as letras têm que ser imensas, quase entram na cara do artista/jornalista. Lembro que no início do ano, as emissoras exibiam o texto em tamanho médio, mas agora tem que ser grande mesmo, impactante. Desde janeiro que os formatos não param de mudar, já teve uma faixa azul de vidro no canto inferior, agora é uma faixa branca com letras pretas e aquelas moças chatíssimas da linguagem de sinais, metendo literalmente os dedos pelas mãos e fazendo caras e bocas.
Ah, pára ô! Cada dia colocam mais uma coisinha, mais uma exigência. O Ministério das Comunicações está parecendo mais uma criança cheia de vontades passageiras. Daqui a pouco, vão exigir que o artista/jornalista fale ele mesmo a classificação do que ele está apresentando. Já pensou que bizarro a Malu Mader parando a cena pela metade, e falando “Esse programa é indicado para todas as idades”?
Outra coisa que eu não entendi nesse novo modelo é essa classificação de 10 anos. Quem chegou à conclusão de que uma criança menor de dez anos não está assistindo televisão às 6h da tarde? Tá certo que eu já assistia os programas das 10h da noite bem antes de fazer 14 anos, e nisso eu até posso ser exceção, mas essa faixa dos dez anos é completamente fora da realidade. É patético imaginar que às 6h da tarde, os menores de 10 anos já estão “indo pra caminha”. Aliás, essa história de classificação já é patética. Sempre usei ela distorcidamente. Um programa onde apareça a mensagem “Não recomendado para menores de 16 anos” sempre me pareceu mais interessante do que um “Livre”, pois não sei se você já pararam para pensar, mas o livre na verdade é o mais preso, onde as partes envolvidas podem falar menos coisas e tem que respeitar muito os limites do chamado “bom senso”. Agora, os debates que passam lá pelas tantas da noite e tem o quadradinho laranja de “16” do lado esquerdo são bem mais interessantes, pois pode-se aprofundar sem medo sobre qualquer assunto.
Pelo sim ou pelo não, temos mais é que agradecer que a idéia de criar um censor prévio foi abandonada. Eu definitivamente não estou preparado para uma ditadura a essa altura do campeonato em 2007. Aqui não é a Venezuela e eu não estou preparado para me esgoelar pelas ruas e levar bala de borracha nos córnios!

Samael
“Angel’s Decay”

Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

Bonito, hein!

Eu posso até condenar o procedimento da mídia algumas vezes, mas nesse caso do avião que derrapou no aeroporto de Congonhas eu estou com ela e não abro. Já perceberam? Sempre que aparece um superintendente, um mestre de física, cachorro grande da aeronáutica ou coisa parecida, ele não tem a menor vergonha de pôr a culpa do ocorrido no piloto! Coisa linda!!! Quer dizer que o aeroporto está com problemas graves há muitos anos, com um acidente de derrapagem ocorrido um dia antes do da Tam e outros tantos como o da BRA, e do nada, o culpado é o piloto? Muito conveniente! Ele está morto, não pode dar as suas versões dos fatos. A mídia porém, faz o que é certo e mostra os defeitos que a pista tinha, enquanto hoje de manhã mesmo, tinha um poderosão dizendo que a única hipótese a se descartar é a de falha por falta de ranhuras (querem vilanizar o piloto!). Não vou deixar me enganar. Não se deixe enganar por fantochinhos do governo!

Nirvana
“The Man Who Sold The World”

Terça-feira, 17 de Julho de 2007

Luzes, câmera, (chate)ação!

Recomeçou-se tudo de novo de outra vez againmente. Começou bem, com uma aula de apresentação da nova professora de Produção em Rádio e TV, junto com o protesto patético de alguns alunos de Jardim II que insistem em afirmar que são universitários e que culparam o desconhecimento das técnicas de roteiro ao professor do semestre anterior. Fora isso, a professora me deu um pouco de desesperança. Ela declarou ter respeito aos filmes cult, cabeçudos, alternativos e afins, mas deles não gosta. Não bastasse isso, ela declarou amar o cinema americano, hollywoodiano e comercial, “quando tem muita grana envolvida”, pelas palavras delas. É aí que o milho vira pamonha! Ela é o perfeito oposto de mim, já que gosto muito de filmes cabeçudos, cults, alternativos e afins (menos os franceses que das vezes que vi, não me deram nada mais que tédio) e não consigo me convencer a gostar de filmes hollywoodianos. Pra se ter uma idéia, não vi nenhum filme dos “Piratas do Caribe”, e só de ver aquelas imagens de imensidão, aquelas batalhas milionárias, ouvir aquele coral erudito forçado e ver aqueles efeitos especiais, eu já fico com o que os mineiros chamam de “gastura”. Aliás, eu odeio efeito especial! Quero ver um filme e pensar sobre ele ao invés de receber tudo mastigadinho, comido e regurgitado. Não sou ruminante!
Aprecio filmes com final em aberto, como o brasileiro “Caminho das Nuvens”, por exemplo. O final em aberto nos instiga a pensar sobre o que terá ocorrido aos personagens depois que o filme ganha seu ponto final. E o chileno “Machuca” então, em que até hoje fico meio pensando o que terá ocorrido ao menino Machuca, que dá nome ao filme, depois que os militares destroem a favela onde ele vivia. E o “Homem-Aranha”? Bom, esse aí eu parei nos vinte minutos do 1. O 2 e o 3 estão fora de cogitação.
Como é que eu vou ter convivência pacífica com essa professora, pensando totalmente diferente dela? Tendo uma visão cinematográfica, e porque não dizer, de mundo, diferente da dela? Só o futuro pode revelar... =P
Mudando um pouco – bem pouco – de assunto, uma coisa me deixou assustado no último fim de semana. Depois de mais de um ano sem ir a uma feira (“olha a banana, freguesa, banana fresquinha...”) eu finalmente fui à que fica no meu novo bairro, que nem é novo assim, quase um ano morando aqui... Fiquei pasmo com o que vi em algumas barraquinhas! Estavam vendendo DVDs piratas com 4 filmes em um só disco. 4 filmes num DVD só!! E pelo que eu constatei, vendia como água! R$ 5,00 cada. R$ 5,00!! 4 filmes que custaram milhões de dólares para ficarem prontos, pagantes de impostos, feitos com extremo zelo, sendo vendidos numa barraquinha a “cinco reáu”!!! É o prenúncio do apocalipse!!!!

We Don’t Know Eachother
“Knowing How”

Sábado, 14 de Julho de 2007

“As coisa que tem menas importância...”

O idioma não é um ramo estático da linguagem. Também não está pronto, definido, como muitos professores e comunicólogos insistem em declarar. A fala de um povo vive em constante mutação, do mesmo jeito que a tecnologia ou os costumes, não é a toa que nos referimos ao idioma falado em Portugal nos séculos XIII, XIV, XV de português arcaico. E é esse fenômeno incontrolável que faz, independentemente da vontade dos estudiosos da língua, que a gíria ou a palavra pronunciada erroneamente de hoje, se transformem em vocábulos oficiais amanhã.
E é isso também, que pode explicar – provavelmente – o porquê de pronunciarmos “múinto”, ao invés de pronunciarmos do jeito que se escreve: “muito”. Vamos convir que isso não é normal! É um fenômeno sobrecomum! Não existe acentuação, hifenização nem nada que dê uma explicação ortográfica convincente sobre esse fonema aí escondido. Eu, porém, tenho uma teoria:
Se pensarmos que o português nasceu da pronúncia errada do latim (começou bem, hein!), na época do domínio dos Romanos sobre o Mar Mediterrâneo e que, sendo assim, Portugal fica mais longe de Roma do que a Espanha, logo dá para supor que o “muito” português é inspirado no “muy” dos espanhóis e no “mui” dos galegos. Sendo assim, o –to nada mais é do que um sufixo adicionado pela rebeldia portucalense. Agora você: tenta pronunciar a palavra “muito”, meu filho, mas sem o “n” invisível, finja que tem um acento no “u”. Sentiu a dificuldade?
Se pensarmos que durante muito tempo os idiomas não eram regulamentados, ou seja, falava-se, escrevia-se, mas os novos textos eram tão-somente baseados nos textos que vieram antes, e que existiu uma época em que eles começaram a se organizar, talvez dê para concluir que na hora de regulamentar, instituiu-se a palavra “muito” (sem “n”, com o “i” de herança dos galegos, e com o “-to” de rebeldia), e quando ela chegou no povão, o mesmo não conseguia pronunciar sem criar um “n” imaginário! Como a burguesia era (e ainda é até hoje) bastante intolerante com as classes mais baixas, simplesmente devem ter se recusado a falar daquela maneira ou modificar a palavra, devendo então eles serem os únicos manés e panacas a se contorcer para falar múúúito. Como nada é pra sempre, o “muinto” sobreviveu por séculos, até mesmo com seu “n” renegado!
Mas isso tudo são apenas teorias. Só que elas podem servir para prever outros fenômenos, como a palavra “menas”, por exemplo. Tem pessoas que não conseguem sintetizar que são menos batatas, menos nuvens, menos saudade. Para elas, o “menos” segue o substantivo em questão, e se este for feminino, ele vira “menas”. É errado? É... mas não tenha dúvidas que esse e outros grandes vícios de linguagem, um dia poderão se transformar em palavras oficiais. Se até “tchan” já entrou no dicionário de Língua Portuguesa! Ou será “Língua Brasileira”? Ah, isso já é uma outra história!!!

Marilyn Manson
“Disposable Teens”

Quinta-feira, 12 de Julho de 2007

Bebeu água? Tá com sede? Bebeu mais água? Bebe, bebe, bebe... Levanta, bebe, volta por lugar, levanta, bebe... mas que sede é essa???

Alguém aí quer dividir comigo a frase: “Se afoga que eu te salvo”?

Dante Kinnunen
“TV (Maybe)”

Quarta-feira, 11 de Julho de 2007

Argüindo a supressão cultural em razão de sua vida vazia... EU DESAPROVO!

Índios praticando a “Dança do Bate Pau” de bermudas. Dando entrevista em documentário. Com televisão em suas ocas, com liquidificador, panelas de alumínio, ventiladores, aparelhos de som, até mesmo computador e telefone. E, ainda de bermudas, atiram suas toras de madeira no chão, em seu torneio indígena secular e tradicional. Mas será que é isso mesmo que eles querem? Não podemos ter essa certeza, mas essa é a cruzada em que lutam muitos antropólogos Brasil afora (vou fingir que essa patota não faz isso almejando uma teta na UnB). Segundo eles, é preciso preservar! O índio tem sua cultura própria e, ao usar qualquer coisinha mais européia do que o normal, fica caracterizada uma verdadeira afronta, um desastre cultural. Falando mais drasticamente, um desrespeito humano.
Mas eu nunca vi ninguém perguntar a um índio se ele gosta de um ventilador, de um sorvetinho, de um liquidificador (rapá, mas facilita a vida, hein! O pilão já era!). Parece que eles não podem gostar dessas coisas da cultura caucasiana. Eles não podem, nem mesmo ser incentivados a gostar. Parece o fim do mundo. É uma praga dos tentáculos opressores da globalização – diriam os mais marxistas. Mas eu, do alto de minha ignorância pergunto: “Que mal tem?”. E se o indiozinho pré-adolescente não quiser mais aprender a “Dança do Bate Pau”, porque toda a sociedade além-tribo deve ser culpada?
Tudo passa mesmo! O tempo destrói coisas, monumentos, costumes, culturas. Às vezes para pôr outras em seu lugar e às vezes não. As culturas são suprimidas desde que o mundo é mundo e, porque condenar agora? Lemos os livros de história e ficamos com a impressão de que só o passado é história, mas falta à sociedade que se veja que a história é agora. O presente também é história.
Vi na televisão uma bodega na Espanha, onde se fabrica o vinho Jerez, e o tiozinho falou que os jovens de hoje já não se interessam mais por barris de madeira (essenciais na produção do vinho). Aqui no Brasil, já existem pessoas aborrecidas com o fim dos fotógrafos lambe-lambe, na maioria das vezes maiores de 60 anos, que se queixam que os jovens não se interessam pela profissão. Mas porque os jovens teriam que se interessar? Porque se condena tanto o jovem que joga seu joguinho de computador e se tenta convencê-lo de que um pião de madeira é mais interessante? Aonde isso vai chegar? Ao nada! Rejeitar a supressão cultural só vai retardar o processo, que é inevitável, irreversível e não é esse bandido mercenário a qual tentam nos convencer.
Porque os antropólogos indianistas não usam como exemplo o Egito? Eles foram sendo dominados pelos árabes muçulmanos desde o século VII e perderam completamente sua cultura original, tornando-se eles próprios um povo árabe. Tá bom que alguns egípcios ainda falam berbere ao invés de árabe, mas nada sobrou da Antigüidade a não ser ruínas de uma civilização que nem parece que são eles mesmos. Isso sem falar dos latinos (da região do Lácio) que perderam o idioma, que deu origem a pelo menos outros dez. Os cretenses que se transformaram em gregos às pressas, os povos dominados por Gengis Khan e tantas outras vezes em que houve supressão cultural na história da humanidade, e ninguém está vivo até hoje para reclamar, lamentar, choramingar... morreram, levaram a cultura junto com eles, novas culturas ficaram no lugar, e as pessoas seguiram suas vidas, algumas felizes, outras nem tanto, mas vivendo ativamente o processo de desenvolvimento da humanidade.
E por mim ó, podem abrir uma danceteria na tribo que, se os índios gostarem, eu não vejo o menor problema!! To-toma-toma-toma!!!!

Juan Luís Guerra & 4.40
“Palomita Blanca”

Segunda-feira, 9 de Julho de 2007

...hmmmmm...

Esse aí sou eu versão “The Simpsons”. O site do novo filme deles tem um joguinho muito legal em que a pessoa cria seu próprio personagem ao estilo dos moradores de Springfield. Eu tentei fazer um que parecesse comigo e tentei ser o mais fiel possível às minhas características físicas. Tá que não consegui muito, mas deu isso aí... hehehe... Tente também!
The Beatles
“Get Back”

Domingo, 8 de Julho de 2007

Voyeur: a cerveja que desce iludindo!

Um dia desses eu comecei a analisar as propagandas de cerveja. Cheguei à conclusão que todas usam de uma espécie absurda de voyeurismo que se combina com a realização de um sonho impossível. Na maioria das propagandas, os protagonistas são homens desconhecidos e feios. Tá que usavam Fábio Assunção e Marcos Palmeira antigamente, mas era só para incentivar as mulheres a beber cerveja, agora que elas já estão devida e suficientemente “incentivadas”, a cerveja brasileira voltou a ter os homens como alvo. Nos filmes publicitários, esses homens feios realizam o sonho de ficarem ao lado de mulheres lindas. Acontece que, na vida real, jamais uma mulher bonita daquele jeito irá se interessar por você, meu caro colega, se você for feio e pobre – feio e rico até vai, bonito e pobre também, mas as duas coisas é impossível.
E é justamente esse desejo distante e impossível que essas propagandas tentam realizar. Aonde que uma daquelas mulheres que saem do caminhão de cerveja vai se interessar por aquele feioso que protagoniza o comercial da Sol? Ainda mais se o cara for bebum!!! E aquela do “mulher de amigo meu pra mim é homem”, só apareceria ao lado daquele mané se ele fosse rico, porque Deus não foi generoso quando concedeu-lhe a face.


Therion
“The Crowning Of Atlantis”

Sábado, 30 de Junho de 2007

A frase da vez

Alguém aí está disposto a dividir comigo a frase "aquelas beiça não são pro meu bico"?
Gwen Stefani ft. Akon
"The Sweet Escape"